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    Burnout

    A síndrome de burnout também conhecida como síndrome do esgotamento profissional, está diretamente ligada as formas de trabalho. É um problema sério caracterizado pela exaustão emocional e estresse, que afeta a saúde mental das pessoas. As classes de trabalhadores que mais são afetadas são os professores, policiais, médicos, bombeiros e enfermeiros. Devido a tensão, os altos níveis de estresse, cobranças e responsabilidades do cargo. De acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde), burnout é uma doença ocupacional. Uma pesquisa realizada em 2019, antes da pandemia da covid-19, pela International Stress Management Association (Isma-BR), mostrou que 32% da população economicamente ativa, relatava sinais de burnout.

    A pandemia da covid-19, pode ter agravado ainda mais essa situação, tendo em vista que os profissionais da saúde e agentes funerários tiveram que trabalhar incansavelmente, para auxiliar os pacientes e os familiares nos momentos mais difíceis de suas vidas. Além dos professores que sofreram com as mudanças abrupta de suas atividades presenciais para o online.

    Os efeitos da síndrome de burnout, interfere diretamente na qualidade de vida da pessoa, os prejuízos podem ser tanto na esfera profissional como na vida pessoal. Alguns dos sintomas podem incluir: dificuldade de concentra-se, dores musculares, cansaço físico e mental, desanimo, falta de vontade para trabalhar, estudar ou para de divertir, irritabilidade, agressividade, isolamento e alterações repentinas de humor. Ainda que, a maioria dos sintomas da síndrome de burnout possam ser psicológicos é muito importante observar se a pessoa sente muitas dores de cabeça, tonturas, imunidade baixa, palpitações ou sono irregular.

    A síndrome de burnout também pode desencadear a depressão profunda, por isso é importante ficar atento aos primeiros sinais de estresse. Para ajudar a elaborar melhor essa situação, é aconselhável que a pessoa procure um psicólogo para auxiliar a traçar estratégias que vão aliviar o estresse e a pressão. O psicólogo poderá utilizar de ferramentas diagnósticas para identificar e definir a síndrome. O tratamento é a partir de sessões de terapia para que o paciente possa aprender a controlar as situações estressantes do seu dia a dia. Em alguns casos mais específicos, é aconselhável a consulta com um psiquiatra para que ele possa avaliar e fazer a prescrição de medicamentos.